segunda-feira, 30 de julho de 2012

Ven Pius XII in Colour

Pope of Little Children

The personal valet of the pope, while holding his red tabarro cape, lifts up a little baby near the entrance of St. Peter's Basilica, in the center aisle.

A tradition, not begun by John Paul II.

Thanks for the pic, Summer!

Rome Quotes

"They who want to win the world for Christ must have the courage to come into conflict with it."

-Blessed Titus Brandsma

Ven Pius XII in Colour


Looks like it could have been taken yesterday with a smart phone.

Thanks, Summer!

sábado, 7 de julho de 2012

Pio XII e os judeus romanos

Pio XII e os judeus romanos


Por Jesús Colina
Conforme documentação descoberta recentemente por historiadores, a ação direta do papa Pio XII salvou a vida de mais de 11.000 judeus em Roma durante a II Guerra Mundial.

O representante da fundação Pave the Way na Alemanha, o historiador e pesquisador Michael Hesemann, descobriu muitos documentos originais de grande importância ao pesquisar os arquivos da igreja de Santa Maria dell'Anima, a igreja nacional da Alemanha em Roma.

A Pave the Way, com sede nos Estados Unidos, fundada pelo judeu Gary Krupp, anunciou o achado em declaração enviada a ZENIT.

“Muitos criticaram Pio XII por guardar silêncio durante as prisões e quando os trens partiram de Roma com 1.007 judeus, que foram enviados para o campo de concentração de Auschwitz”, declarou Krupp. “Os críticos não reconhecem nem sequer a intervenção direta de Pio XII para dar fim às prisões, em 16 de outubro de 1943”.

“Novos achados provam que Pio XII agiu diretamente nos bastidores para impedir as prisões às 2 horas da tarde do mesmo dia em que elas começaram, mas não conseguiu deter o trem que tinha aquele destino tão cruel”, acrescentou.

Segundo um estudo recente do pesquisador Dominiek Oversteyns, havia em Roma 12.428 judeus no dia 16 de outubro de 1943.

“A ação direta do papa Pio XII salvou a vida de mais de 11.400 judeus”, explica Krupp. “Na manhã de 16 de outubro de 1943, quando o papa soube da prisão dos judeus, enviou imediatamente um protesto oficial vaticano ao embaixador alemão, que sabia que não teria resultado algum. O pontífice mandou então seu sobrinho, o príncipe Carlo Pacelli, até o bispo austríaco Alois Hudal, cabeça da igreja nacional alemã em Roma, que, conforme relatos, tinha boas relações com os nazistas. O príncipe Pacelli disse a Hudal que tinha sido enviado pelo papa e que Hudal devia escrever uma carta ao governador alemão de Roma, o general Stahel, pedindo que as prisões fossem canceladas”.

A carta do bispo Hudal ao Generale Stahel dizia: “Precisamente agora, uma fonte vaticana [...] me informou que nesta manhã começou a prisão dos judeus de nacionalidade italiana. No interesse de um diálogo pacífico entre o Vaticano e o comando militar alemão, peço-lhe urgentemente que dê ordem para parar imediatamente estas prisões em Roma e nas regiões circundantes. A reputação da Alemanha nos países estrangeiros exige esta medida, assim como o perigo de que o papa proteste abertamente”.

A carta foi entregue em mãos ao general Stahel por um emissário de confiança do papa Pio XII, o sacerdote alemão Pancratius Pfeiffer, superior geral da Sociedade do Divino Salvador, que conhecia Stahel pessoalmente.

Na manhã seguinte, o general respondeu ao telefone: “Transmiti imediatamente a questão à Gestapo local e a Himmler pessoalmente. E Himmler ordenou que, considerado o status especial de Roma, as prisões sejam interrompidas imediatamente”.

Estes fatos são confirmados também pelo testemunho obtido durante a pesquisa do relator da causa de beatificação de Pio XII, o padre jesuíta Peter Gumpel.

Gumpel declarou ter falado pessoalmente com o general Dietrich Beelitz, que era o oficial de ligação entre o escritório de Kesselring e o comando de Hitler. O general Beelitz ouviu a conversa telefônica entre Stahel e Himmler e confirmou que o general Stahel tinha usado com Himmler a ameaça de um fracasso militar se as prisões continuassem.

Institutos religiosos isentos de inspeções nazistas


Outro documento, “As ações para salvar inumeráveis pessoas da nação judaica”, afirma que o bispo Hudal conseguiu, através dos contatos com Stahel e com o coronel von Veltheim, que “550 instituições e colégios religiosos ficassem isentos de inspeções e visitas da polícia militar alemã”.

Só numa destas estruturas, o Instituto San Giuseppe, 80 judeus estavam escondidos.

A nota menciona também a participação “em grande medida” do príncipe Carlo Pacelli, sobrinho de Pio XII. “Os soldados alemães eram muito disciplinados e respeitavam a assinatura de um alto oficial alemão... Milhares de judeus locais em Roma, Assis, Loreto, Pádua e outras cidades foram salvos graças a esta declaração”.

Michael Hesemann afirma que é óbvio que qualquer protesto público do papa quando o trem partiu teria provocado o recomeço das prisões.

Ele ainda explica que a fundação Pave the Way tem no seu site a ordem original das SS de prender 8.000 judeus romanos, que deveriam ser enviados para o campo de trabalho de Mauthausen e ser retidos como reféns, e não para o campo de concentração de Auschwitz. Pode-se pensar que o Vaticano acreditasse em negociar a libertação deles.

Soube-se também que o Vaticano reconheceu que o bispo Hudal ajudou alguns criminosos de guerra nazistas a fugir da prisão no fim do conflito.

Por causa de sua postura política, o bispo era persona non grata no Vaticano, e foi repreendido por escrito pelo secretário de Estado vaticano, o cardeal Giovanni Battista Montini (futuro papa Paulo VI), por sugerir que o Vaticano ajudasse os nazistas a fugir.

Gary Krupp, diretor geral da Pave the Way, comentou que a fundação “investiu grandes recursos para obter e difundir publicamente todas estas informações para historiadores e peritos. Curiosamente, nenhum dos maiores críticos do papa Pio XII se deu ao trabalho de vir até os Arquivos Vaticanos abertos (e abertos completamente, desde 2006, até o ano de 1939) para fazer estudos originais. Também não consultaram o nosso site gratuito”.

Krupp afirma ter a sincera esperança de que os representantes dos peritos da comunidade judaica romana pesquisem o material original, que se encontra a poucos passos de sua casa.

“Creio que descobriram que mesma existência hoje da que o papa Pio XII chamava ‘esta vibrante comunidade’ deve-se aos esforços secretos deste papa para salvar cada vida”, disse. “Pio XII fez o que pôde, quando estava sob a ameaça de invasão, de morte, cercado por forças hostis e com espiões infiltrados”.

Elliot Hershberg, presidente da Pave the Way Foundation, acrescenta: “No serviço de nossa missão, nos empenhamos em tentar oferecer uma solução para esta controvérsia, que atinge mais de 1 bilhão de pessoas”.

“Temos usado nossos links internacionais para obter e inserir em nosso site 46.000 páginas de documentos originais, artigos originais, testemunhos oculares e entrevistas com especialistas para oferecer esta documentação pronta a historiadores e especialistas.”

“A publicidade internacional deste projeto tem levado, a cada semana, nova documentação, que mostra como estamos nos movendo para eliminar o bloqueio acadêmico que existe desde 1963.”
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Fonte: www.zenit.org

sexta-feira, 6 de julho de 2012

ARTICLES ABOUT PIUS XII

Pius XII's silence during the holocaust as criminal, inhuman and cowardly, almost certainly generated the largest controversy in the history of drama.
  • A Question of Judgment: Pius XII & the Jews by Dr Joseph L Lichten. This defense of Pope Pius XII by a former director of the International Affairs Department of the Anti-Defamation League of B'nai B'rith was written in 1963 shortly after the production of Rolf Hochhuth's play The Deputy.
  • Blaming the Wartime Pope by Kenneth Whitehead. During the second world war, Pope Pius XII was lauded for his singular efforts to halt the carnage, writes Newsweek"s Kenneth Woodward.
  • Charity of Pope Pius XII An excerpt from Before the Dawn, the autobiography of Eugenio Zolli, the Chief Rabbi of Rome during the Nazi Occupation who converted to Catholicism, about the deep respect he has for Pope Pius XII's work during World War II.
  • Cornwell's Cheap Shot at Pius XII by Peter Gumpel. It is impossible within a short space to take issue with all the mistakes made by John Cornwell in his new book, Hitler's Pope: The Secret History of Pius XII. As Kenneth L. Woodward rightly stated in his review of the book in the September 27, 1999, issue of Newsweek: "Errors of fact and ignorance of context appear on almost every page." Peter Gumpel points out many of Cornwell's errors in this Crisis magazine article.
  • Did Pius XII Remain Silent? by Fr William Saunders
  • How Pius XII Protected Jews by James Akin (from This Rock, February 1997)
  • In the Light of Fatima Towards the Third Millennium: Pius XII, Father, Teacher and Friend of Our Time by Emilla Pacelli (from L'Osservatore Romano, 12 August 1998)
  • Jewish Recognition of Pope Pius XII's Support
  • Myth: The recurring accusations against Pope Pius XII In this article Fr. Pierre Blet SJ defends the record of Pius XII regarding the Jews, based upon documents in the Vatican archives.
  • Pius XII and the Holocaust: A Reader by the Catholic League
  • Pius XII and the Holocaust: A Reader by Fr Robert Graham SJ
  • Pius XII and the Jews - Fact Sheet
  • Pius XII and the Jews: Greatness dishonored by Stephen Boyle. (from Homiletic & Pastoral Review April 1999)
  • Pius XII: Guilty as Charged? by Charles DeCelles
  • Pope Pius XII and the Jews by Sr Margherita Marchione. Pope Pius XII has been unfairly blamed over the past fifty years: for not having denounced Hitler publicly, for his perceived inaction against the Nazis, and for his failure to help the Jews.
  • Pope Pius XII, An Agent Of The Final Solution? by Mary DeTurris. An article debunking the book Hitler's Pope: The Secret History of Pius XII by John Cornwell. (from Our Sunday Visitor, 26 September 1999)
  • Pus XII and the Holocaust by Thomas Craughwell (from Sursum Corda!, Spring 1998)
  • Response to Accusations Against Pus XII by Fr Pierre Blet SJ. A defence of Pope Pius XII written by one of the three priests chosen in 1965 to publish the Holy See's war documents. (from L'Osservatore Romano, 29 April 1998)
  • Saviour of the Jews Based on extensive research carried out in the Nuremberg papers, the Vatican War documents and Jewish historiography and backed by the testimony of prominent Jews, Fr Michael O'Carroll C.S.Sp. defends the name of Pope Pius XII.
  • Setting the Record Straight About A Recent Book Comments about the recent provocative book "Hitler's Pope: The Secret History of Pius XII" (from L'Osservatore Romano, 13 October 1999)
  • Why Pius XII Was Right: The Holy See vs The Third Reich by Ronald J Rychlak (from New Oxford Review, October 1998)

  • source

    quarta-feira, 4 de julho de 2012

    PIO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA

    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 LOS TESOROS DE LA ÍNTIMA UNIÓN CON DIOS 19 de Julio de 1939 El augurio que se suele repetir a los recién casados, es siempre y en todas partes el mismo: augurio de … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 LAS ENSEÑANZAS DE LA LITURGIA 5 de Julio de 1939 Siempre nos resultan gratas, queridos recién casados, estas vuestras bellas y numerosas reuniones en torno al Padre común, y tanto más si se … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 LAS ENSEÑANZAS DE LA LITURGIA 5 de Julio de 1939 Siempre nos resultan gratas, queridos recién casados, estas vuestras bellas y numerosas reuniones en torno al Padre común, y tanto más si se … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 EL PATROCINIO DE LOS SANTOS APOSTOLES 28 de Junio de 1939 Si siempre venimos con íntimo gozo a vosotros, queridos recién casados, nos es particularmente grata la audiencia de hoy, que asume una … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 LA MISIÓN EDUCADORA 21 de Junio de 1939 Con verdadera alegría notamos este número siempre considerable de recién casados, que vienen a los pies del Vicario de Cristo para pedir de él una … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 EL REY DE LA FAMILIA 14 de Junio de 1939 A vosotros, recién casados, se dirigen como de costumbre nuestras primeras palabras y nuestros primeros saludos, que queremos vayan acompañados como siempre por … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 EL ALIMENTO CELESTIAL 7 de Junio de 1939 Al proponernos invocar la abundancia de los bendiciones del cielo sobre los recién casados, nos sonríe el pensamiento de que, al menos para muchos de … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 VIRTUDES DOMESTICAS 31 de Mayo de 1939 Al dirigir, como de costumbre, nuestro paterno saludo en primer lugar a los recién casados, no podemos hoy menos de reclamar su atención sobre una especial … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 FUNDADORES DE NUEVAS FAMILIAS 24 de Mayo de 1939 Nos sentimos verdaderamente contentos y profundamente conmovidos al ver que habéis venido a Nos, queridos esposos, después que en la bendición nupcial habéis santificado … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 EL GOZO INMUTABLE 17 de Mayo de 1939 Siempre son gratas a nuestra mirada, y más gratas todavía a nuestro corazón, estas reuniones de recién casados que vienen al Padre común de las … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 LA REINA CELESTIAL 10 de Mayo de 1939 Saludamos cordialmente a los recién casados, que siempre vemos en gran número formando una corona en torno a Nos en estas audiencias públicas: el saludo … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 EL SANTIFICADOR DE LAS BODAS 3 de Mayo de 1939 Vuestra presencia, directísimos esposos, trae a nuestra memoria y a la vuestra aquel episodio tan delicado y al mismo tiempo tan portentoso que … Sigue leyendo
    PÍO XII Y LA FAMILIA CRISTIANA Discursos de Su Santidad Pío XII a los recién casados ente los años 1939 y 1943 LA PRIMERA AUDIENCIA A LOS RECIÉN CASADOS 26 de Abril de 1939 Vuestra presencia, amados hijos e hijas, llena de alegría nuestro corazón; porque si siempre es bello y consolador este acudir de … Sigue leyendo
    HAURETIS AQUAS SU SANTIDAD PÍO XII SOBRE EL CULTO AL SAGRADO CORAZÓN DE JESÚS 1. «Beberéis aguas con gozo en las fuentes del Salvador» [1]. Estas palabras con las que el profeta Isaías prefiguraba simbólicamente los múltiples y abundantes bienes que la era mesiánica había de traer consigo, vienen espontáneas a Nuestra mente, si damos … Sigue leyendo

    quarta-feira, 27 de junho de 2012

    Le magistère de Pie XII, « un héritage précieux », souligne Benoît XVI. Mediator Dei et la nature du sacrifice de la messe.

    Spiritualité Pie XII

    Pourquoi Pie XII a-t-il proclamé le dogme de l'Assomption ?

    Radio Vatican
    Il y a soixante ans jour pour jour, le 1er novembre 1950, le pape Pie XII proclamait devant une foule de près d’un million de fidèles réunis à Rome, le dogme de l’Assomption.

    Pour Pie XII être journaliste c'est servir la vérité

    Dans une allocution à un groupe de journalistes américains le 27 avril 1946, Pie XII appelait les journalistes à la loyauté vis-à-vis de la vérité. Il expliquait que la vérité est exempte de passion et qu'elle n'est pas partisane...

    Un supposé miracle attribué à Pie XII

    Jean-Paul II - Pie XII
    C'est ce que nous révèle le journaliste vaticaniste Andrea Tornielli sur son blog, relayant un article du quotidien Il giornale pour lequel il travaille.

    Le magistère de Pie XII, « un héritage précieux », souligne Benoît XVI

    Le magistère de Pie XII constitue « un héritage précieux dont l'Eglise s'est enrichie et continue à s'enrichir », déclare Benoît XVI.

    Mediator Dei et la nature du sacrifice de la messe

    L'encyclique Mediator Dei est sans nul doute l'une des plus profondes écrites par Pie XII. L'abbé Claude Barthes nous livre ici une première approche de ce texte si riche, sous l'aspect particulier de la nature du sacrifice de la messe.
    Cet écrit est extrait d'une introduction à l'encyclique, rééditée récemment aux éditions de l'Homme Nouveau. Nous remercions l'abbé Barthe de nous avoir autorisé à publier ce texte.

    Summi Pontificatus de Pie XII : Actualité (2/2)

    L'analyse de l'encyclique Summi Pontificatus a mis en exergue l'actualité de ce texte. Suite et fin de l'étude menée par le père Eric Iborra sur cette lettre du pape Pie XII.

    Summi Pontificatus de Pie XII : Analyse (1/2)

    "Summi pontificatus" est la première encyclique de Pie XII, publiée quelques mois après son élection, alors que la guerre mondiale vient d’éclater. Le nouveau pape saisit donc l’occasion que lui offre son entrée en fonction pour donner, à travers les évêques, destinataires de la lettre, son interprétation du processus qui y a mené. Le 40e anniversaire de la consécration du genre humain au Sacré Cœur par Léon XIII, acte qui trouvera son achèvement avec la proclamation de la royauté universelle du Christ par Pie XI, lui offre l’occasion de poser un diagnostic et de prescrire la thérapie que devra envisager le monde d’après-guerre. A la lecture de ces pages, on ne peut manquer d’être saisi par l’étonnante actualité qui s’en dégage. A l’analyse de l’encyclique succèdera donc quelques notes sur son actualité.

    Les catholiques belges dans la résistance...

    La dernière mise à jour du site officiel du Mémorial de la Shoah de Yad Vashem, à Jérusalem, fait état de 1.443 justes de Belgique (cf. http://www1.yadvashem.org), c’est à dire non pas du nombre réel de « sauveteurs » non-juifs, mais de ceux sur qui le Mémorial peut offrir des documents, précise le site.

    Le grand héritage de Pie XII, par le P. Peter Gumpel

    ROME, Mercredi 6 juin 2007 (ZENIT.org) – Le postulateur de la cause de béatification de Pie XII, le P. Peter Gumpel, évoque aujourd’hui « le grand héritage de Pie XII », dans les colonnes de l’agence vaticane Fides (http://www.fides.org).

    SS. Pius XII P.M. celebravit Missam Cantatam XXV Anniversarii Episcopalis



    Basilica Vaticana - Giovedì, 14 maggio 1942 * Parte dell'omelia di S.S. Pio XII: Lasciate, diletti figli dell'Urbe, parte eletta dell'immenso ovile di Cristo, affidata in modo particolare alle Nostre cure pastorali, che Noi, Vescovo di Roma sotto il peso del Supremo Pontificato, vi apriamo il grato Nostro cuore per il sacro affetto di padre e di figli che stringe l'animo Nostro a voi e voi a Noi. La vostra presenza è un aperte pegno del dolce vincolo e della perenne devozione, immutata per secoli attraverso il variare degli eventi, onde il popolo romano è legato alla Sede di Pietro : sentimenti filiali, che voi oggi più vivi manifestate nella ricorrenza della Nostra consacrazione espiscopale. La parola Nostra si rivolge a voi nella solennità di questo giorno, in cui tutto il popolo cristiano, che, sparso sulla faccia della terra, vive della fede di Roma, si unisce con Noi e con voi nell'adorare quel Dio, Salvatore degli uomini, asceso al cielo e sedente alla destra del Padre, quale nostro Avvocato presso di Lui.

    quarta-feira, 20 de junho de 2012

    Venerável Pio XII:O Cristo Senhor, "sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedeque" (56) "tendo amado os seus que estavam no mundo",(57) "na última ceia, na noite em que foi traído, para deixar à Igreja, sua esposa dileta, um sacrifício visível, como exige a natureza dos homens, o qual representasse o sacrifício cruento que devia cumprir-se na cruz uma só vez, e para que a sua lembrança permanecesse até o fim dos séculos e nos fosse aplicada sua salutar virtude em remissão dos nossos pecados cotidianos... ofereceu a Deus Pai o seu corpo e o seu sangue sob as espécies de pão e de vinho e deu-os aos apóstolos então constituídos sacerdotes do Novo Testamento, para que sob essas mesmas espécies o recebessem, e ordenou a eles e aos seus sucessores no sacerdócio, que o oferecessem"









    CARTA ENCÍCLICA DO PAPA PIO XII
    MEDIATOR DEI
    SOBRE A SAGRADA LITURGIA
    SEGUNDA PARTE

    O CULTO EUCARÍSTICO

    I. Natureza do sacrifício eucarístico
    59. O mistério da santíssima eucaristia, instituída pelo sumo sacerdote Jesus Cristo e, por vontade sua, perpetuamente renovada pelos seus ministros, é como a súmula e o centro da religião cristã. Em se tratando do ápice da sagrada liturgia, julgamos oportuno, veneráveis irmãos, deter-nos um pouco, chamando a vossa atenção para esta importantíssima temática.

    60. O Cristo Senhor, "sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedeque" (56) "tendo amado os seus que estavam no mundo",(57) "na última ceia, na noite em que foi traído, para deixar à Igreja, sua esposa dileta, um sacrifício visível, como exige a natureza dos homens, o qual representasse o sacrifício cruento que devia cumprir-se na cruz uma só vez, e para que a sua lembrança permanecesse até o fim dos séculos e nos fosse aplicada sua salutar virtude em remissão dos nossos pecados cotidianos... ofereceu a Deus Pai o seu corpo e o seu sangue sob as espécies de pão e de vinho e deu-os aos apóstolos então constituídos sacerdotes do Novo Testamento, para que sob essas mesmas espécies o recebessem, e ordenou a eles e aos seus sucessores no sacerdócio, que o oferecessem".(58)

    61. O augusto sacrifício do altar não é, pois, uma pura e simples comemoração da paixão e morte de Jesus Cristo, mas é um verdadeiro e próprio sacrifício, no qual, imolando-se incruentamente, o sumo Sacerdote faz aquilo que fez uma vez sobre a cruz, oferecendo-se todo ao Pai, vítima agradabilíssima. "Uma... e idêntica é a vítima: aquele mesmo, que agora oferece pelo ministério dos sacerdotes, se ofereceu então sobre a cruz; é diferente apenas, o modo de fazer a oferta".(59)

    62. Idêntico, pois, é o sacerdote, Jesus Cristo, cuja sagrada pessoa é representada pelo seu ministro. Este, pela consagração sacerdotal recebida, assemelha-se ao sumo Sacerdote e tem o poder de agir em virtude e na pessoa do próprio Cristo;(60) por isso, com sua ação sacerdotal, de certo modo, "empresta a Cristo a sua língua, e lhe oferece a sua mão".(61)

    63. Também idêntica é a vítima, isto é, o divino Redentor, segundo a sua humana natureza e na realidade do seu corpo e do seu sangue. Diferente, porém, é o modo pelo qual Cristo é oferecido. Na cruz, com efeito, ele se ofereceu todo a Deus com os seus sofrimentos, e a imolação da vítima foi realizada por meio de morte cruenta livremente sofrida; no altar, ao invés, por causa do estado glorioso de sua natureza humana, "a morte não tem mais domínio sobre ele"(62) e, por conseguinte, não é possível a efusão do sangue; mas a divina sabedoria encontrou o modo admirável de tornar manifesto o sacrifício de nosso Redentor com sinais exteriores que são símbolos de morte. Já que, por meio da transubstanciação do pão no corpo e do vinho no sangue de Cristo, têm-se realmente presentes o seu corpo e o seu sangue; as espécies eucarísticas, sob as quais está presente, simbolizam a cruenta separação do corpo e do sangue. Assim o memorial da sua morte real sobre o Calvário repete-se sempre no sacrifício do altar, porque, por meio de símbolos distintos, se significa e demonstra que Jesus Cristo se encontra em estado de vítima.

    64. Idênticos, finalmente, são os fins, dos quais o primeiro é a glorificação de Deus. Do nascimento à morte, Jesus Cristo foi abrasado pelo zelo da glória divina e, da cruz, a oferenda do sangue chegou ao céu em odor de suavidade. E porque este cântico não havia de cessar, no sacrifício eucarístico os membros se unem à Cabeça divina e com ela, com os anjos e os arcanjos, cantam a Deus louvores perenes, (63) dando ao Pai onipotente toda honra e glória.(64)

    65. O segundo fim é a ação de graças a Deus. O divino Redentor somente, como Filho de predileção do Eterno Pai de quem conhecia o imenso amor, pôde entoar-lhe um digno cântico de ação de graças. A isso visou e isso desejou "rendendo graças"(65) na última ceia, e não cessou de fazê-lo na cruz, não cessa de realizá-lo no augusto sacrifício do altar, cujo significado é justamente a ação de graças ou eucaristia; e porque isso é "verdadeiramente digno e justo e salutar".(66)

    66. O terceiro fim é a expiação e a propiciação. Certamente ninguém, fora Cristo, podia dar a Deus onipotente satisfação adequada pelas culpas do gênero humano; ele, pois, quis imolar-se na cruz, "propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas ainda pelos de todo o mundo".(67) Nos altares se oferece igualmente cada dia pela nossa redenção, afim de que, libertados da eterna condenação, sejamos acolhidos no rebanho dos eleitos. E isso não somente por nós que estamos nesta vida mortal, mas ainda "por todos aqueles que repousam em Cristo, os quais nos precederam com o sinal da fé, e dormem o sono da paz",(68) pois, quer vivamos, quer morramos, "não nos separamos do único Cristo".(69)

    67. O quarto fim é a impetração. Filho pródigo, o homem malbaratou e dissipou todos os bens recebidos do Pai celeste, por isso está reduzido à suprema miséria e inanição; da cruz, porém, Cristo, "tendo em alta voz e com lágrimas oferecido orações e súplicas... foi ouvido pela sua piedade",(70) e nos sagrados altares exercita a mesma mediação eficaz; a fim de que sejamos cumulados de toda bênção e graça.

    68. Compreende-se, portanto, facilmente, porque o sacrossanto concílio de Trento afirma que com o sacrifício eucarístico nos é aplicada a salutar virtude da cruz para a remissão dos nossos pecados cotidianos.(71)

    69. Também o apóstolo das gentes, proclamando a superabundante plenitude e perfeição do sacrifício da cruz, declarou que Cristo com uma só oblação, tornou perfeitos para sempre os santificados.(72) Os infinitos e imensos méritos desse sacrifício, com efeito, não têm limites: estendem-se à universalidade dos homens de todo lugar e de todo tempo, porque, nele, o sacerdote e a vítima é Deus Homem; porque a sua imolação como a sua obediência à vontade do Eterno Pai foi perfeitíssima, e porque foi como Cabeça do gênero humano, que ele quis morrer. "Considera como foi tratado o nosso resgate: Cristo pende do madeiro; vê a que preço comprou; ...derramou o seu sangue, comprou com o seu sangue, com o sangue do Cordeiro imaculado, com o sangue do unigênito Filho de Deus... Quem compra é Cristo, o preço é o sangue, a aquisição é todo o mundo".(73)

    70. Esse resgate, porém, não teve logo o seu pleno efeito: é necessário que, depois de haver resgatado o mundo com o elevadíssimo preço de si mesmo, Cristo entre na real e efetiva posse das almas. Conseqüentemente, a fim de que, com o beneplácito de Deus, se cumpra para todos os indivíduos e para todas as gerações até o fim dos séculos, a sua redenção e salvação, é absolutamente necessário que cada um tenha vital contato com o sacrifício da cruz, e assim os méritos que dele derivam lhe sejam transmitidos e aplicados. Pode-se dizer que Cristo construiu no Calvário uma piscina de purificação e de salvação e a encheu com o sangue por ele derramado; mas se os homens não mergulham nas suas ondas e aí não lavam as manchas de sua iniqüidade, não podem certamente ser purificados e salvos.

    71. A fim de que, pois, os pecadores individualmente se purifiquem no sangue do Cordeiro, é necessária a colaboração dos fiéis. Se bem que, falando em geral, Cristo haja reconciliado com o Pai por meio da sua morte cruenta todo o gênero humano, quis todavia que todos se aproximassem e fossem conduzidos à cruz por meio dos sacramentos e do sacrifício da eucaristia, para poderem conseguir os frutos salutares por ele granjeados na cruz. Com esta atual e pessoal participação assim como os membros se configuram cada dia mais à sua Cabeça divina, assim também a salvação que vem da Cabeça flui para os membros, de modo que cada um de nós pode repetir as palavras de são Paulo: "Estou crucificado com Cristo na cruz, e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim".(74) Como realmente, em outra ocasião, de propósito e concisamente dissemos, Jesus Cristo enquanto morria na cruz, deu à sua Igreja, sem nenhuma cooperação da parte dela, o imenso tesouro da Redenção; quando, ao invés, se trata de distribuir tal tesouro, não só participa com sua esposa incontaminada desta obra de santificação, mas deseja que tal atividade jorre, de certo modo, por ação dela.(75)
    72. O augusto sacrifício do altar é insigne instrumento para aos crentes distribuir os méritos derivados da cruz do divino Redentor: "toda vez que se oferece este sacrifício, cumpre-se a obra da nossa redenção".(76) Isso, porém, longe de diminuir a dignidade do sacrifício cruento, dele faz ressaltar a grandeza, como afirma o concílio de Trento,"(77) e lhe proclama a necessidade. Renovado cada dia, admoesta-nos que não há salvação fora da cruz de nosso Senhor Jesus Cristo;(78) que Deus quer a continuação deste sacrifício "do surgir ao pôr-do-sol", (79) para que não cesse jamais o hino de glorificação e de ação de graças que os homens devem ao Criador, visto que têm necessidade de seu contínuo auxílio e do sangue do Redentor para redimir os pecados que ofendem a sua justiça.

    56. Sl 109,4.
    57. Jo 13,1.
    58. Conc. Trid., Sess. XXII. c, 1.
    59. Ibidem, c. 2.
    60. Cf. s. Tomás, Summa Theol., III, q. 22, a. 4.
    61. João Cris. In Joan. Hom., 86,4.
    62. Rm 6,9.
    63. Cf . Missal Rom., Prefácio.
    64. Cf. Ibidem, Cânon.
    65. Mc 14,23.
    66. Missal Rom., Prefácio.
    67. 1Jo 2,2 .
    68. Missal Rom., Cânon.
    69. S. Agostinho, De Trinit., 1. XIII, c.19.
    70. Hb 5, 7.
    71. Cf. Sess. XXII, c.1.
    72. Cf. Hb 10,14.
    73. S. Agostinho, Enarr. in Ps,147, n.16.
    74. Gl 2,19-20.
    75. Carta. Encicl. Mystici Corporis, do dia 29 de junho de 1943.
    76. Missal Rom., Secreta do Dom. IX depois de Pentec.
    77. Cf. Sess. XXII. c. 2 e cân. 4.
    78. Cf. Gl 6,14.
    79. Ml 1,11.